A maioria dos poemas de Terra Sem Mal, meu livro inédito, satiriza as concepções e as buscas, exaustivas e infrutíferas, de um lugar paradisíaco, em todos os tempos e lugares, tomando como referência a filosofia e os mitos de índios brasileiros, mormente os guarani.
Para os nossos indígenas, a Terra sem mal é um lugar acessível, concreto, alcançável pelos seres humanos, nesta vida, neste mundo. Eles acreditam que esse paraíso é, antes de tudo, um lugar de abundância, alegria e paz. A expressão Terra sem mal (em tupi-guarani: ywy marã ey), literalmente, significaria: Terra (ywy) sem (ey) desordem, conflito, guerra, sofrimento, doença (marã). Embora, já no século XVI, tenha sido definida pelo padre Ruiz de Montoya, como: solo não cultivado, intacto. Esse significado de não cultivado, intacto nos remete para os conceitos de intangível, intocável, longínquo, separado, isolado que permeiam as ideias que fazemos do sagrado, de Deus, do Paraíso etc. Em numerosas referências bíblicas ao sagrado, esse é um lugar intocável, exceto para alguns, em certos momentos.
Lugar de fartura, esse paraíso talvez tenha sido associado, por alguns índios, à sexta capitania – o Espírito Santo – que, segundo Pero de Magalhães Gândavo, era a mais fértil de todas, com infinita caça e infinita pesca e a melhor provida de todos os mantimentos da terra. Isso no final do século XVI. No final da década de 1960, um grupo de índios guarani veio parar no Espírito Santo, acreditando estar aqui o suspirado paraíso.
Acredito que esse lugar tão famigerado é o corpo transfigurado por jejuns, dietas, petum, cauim, cânticos, danças, alegria, prazer, festa. Cronistas que escreveram sobre o Descobrimento notaram que, de tempos em tempos, os karaibas (profetas) visitavam as tribos e, nessas ocasiões, promoviam-se rituais em que os participantes entravam em transe e assim tinham uma visão do paraíso e se encontravam com os seus mortos e os espíritos dos ancestrais. Isso nos permite concluir que a Terra sem mal, isto é, o paraíso indígena, é um lugar simbólico, localizado no corpo, nas entranhas, sendo alcançável pela transmutação alquímica de átomos, células e órgãos de nosso corpo, espelho do universo, templo do Deus vivo.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Poemas diversos de Waldo Motta
Enquanto não sai o meu novo livro Terra Sem Mal, você pode ler poemas de minha autoria, éditos e inéditos, através do link seguinte:
http://www.geocities.ws/waldomottapoeta/poesia/poesia.html
Leia agora um dos poemas de Terra Sem Mal:
MAR DE TANTO SANGUE E FEL
Mar de tanto sangue e fel,
mar amaro, mar cruel,
onde hemos de encontrar
a terra de leite e mel?
Quanto mais os ventos falam
da misteriosa terra,
tanto mais a alma errante
em procurá-la, erra.
Quanto mais perambulamos,
de léu em léu, pela terra,
atrás da terra sem mal,
tanto mais longe iremos
de nosso destino real.
# # #
Neste poema dialogo com, entre outros, Fernando Pessoa, em seu épico & místico Mensagem, vinculando o imaginário edênico dos colonizadores com a filosofia e os mitos indígenas que falam da existência do paraíso terrestre.
http://www.geocities.ws/waldomottapoeta/poesia/poesia.html
Leia agora um dos poemas de Terra Sem Mal:
MAR DE TANTO SANGUE E FEL
Mar de tanto sangue e fel,
mar amaro, mar cruel,
onde hemos de encontrar
a terra de leite e mel?
Quanto mais os ventos falam
da misteriosa terra,
tanto mais a alma errante
em procurá-la, erra.
Quanto mais perambulamos,
de léu em léu, pela terra,
atrás da terra sem mal,
tanto mais longe iremos
de nosso destino real.
# # #
Neste poema dialogo com, entre outros, Fernando Pessoa, em seu épico & místico Mensagem, vinculando o imaginário edênico dos colonizadores com a filosofia e os mitos indígenas que falam da existência do paraíso terrestre.
domingo, 28 de novembro de 2010
A Peste e o Teatro Alegórico
Recomendações de autoridades sanitárias:
Evite o contato físico com outras pessoas.
Não beije, não aperte a mão, diga olá.
Quisera fazer uma abordagem mais profunda do assunto em pauta. Porém, a necessidade e a urgência me obrigam a não adiar esta postagem. Sendo um arauto da Terra Sem Mal, isto é, o Paraíso terrestre, que parece cada vez mais impossível, dado o grau extremo de deterioração da qualidade de vida, em nível planetário, vou abordar agora este assunto, à luz de minha proposta de teatro alegórico. O assunto é a gripe suína, a aids e outros males da Terra.
Eu desafio a peste. Eu desafio a morte. Eu desafio o mal. Eu desafio a deusa Vênus e suas enganações. Eu desafio o Diabo e suas mentiras. Eu desafio Deus e seus decretos implacáveis.Eu sou Motta, tenho mato e mata em mim, e deveras vim do mato, mito das matas mateenses.Eu sou Waldo, que vem de Wald, em alemão, floresta, bosque. Sigam a via analógica, por favor. Eu sou Edivaldo, o governante, o guia; riqueza, prosperidade.E vejam que sou a Waldelícia do paraíso, sou um Mottagal repleto de bichos e bichices.Assim como o poeta florentino, e como o poeta itabirano, no meio do caminho desta vida, me encontrei em uma selva escura, e vi a cara do capeta, e que o bicho era apenas invenção para isolar e separar o sagrado do contato do poviléu.
E a esfinge disse: ou me decifra ou te devoro. Pois bem, eu desvendei o enigma, e matei a charada; enra bei o capeta, o leão, a onça, o jaguar azul, enfim a monstra guardiã do lugar sagrado. E arrebatei o graal, e libertei o Rei encarcerado. E disse-lhe: Levanta-te, ó Deus, para socorrer os justos e fazer justiça aos que te amam. E ele me escolheu como seu bem amado para anunciar o seu reino, a sua verdade, à luz da qual todos devem andar, para o bem de cada um e o livramento da alma.
Ataquemos a peste! Notei que o nome do vírus da gripe suína H1N1, em numerologia soma 15, que reduz a 6.E há muitos anos atrás, desde que surgiu a AIDS, notei que este nome também somava 15. Pois bem, meu sobrenome MOTTA soma 15. E meu prenome EDIVALDO soma 36, que é 6 vezes 6. A soma de EDIVALDO MOTTA dá 51, ou 15 invertido. Eu disse: 51 é o 15 invertido! Aqui está um grande segredo.
Somando-se os números de 1 até 36, a soma será 666. Portanto, eu posso combater o mal que assola o mundo. Quem conhece a minha poesia, sabe que não estou brincando.No Tarô, a carta 15 representa o Diabo e apresenta um quadro em que este ser imaginário está sobre um cubo ao qual estão aprisionados um homem e uma mulher. A carta 15 simboliza os interesses sexuais, financeiros, assuntos de ordem material. Notem que a carta 6, do Tarô, representa os Namorados, ou o Enamorado, ou a Encruzilhada, e apresenta um homem jovem em atitude dubitativa, meditabunda, na encruzilhada de dois caminhos, guardados por duas mulheres, que alguns intérpretes entendem ser a mãe e a esposa.Por outro lado, em hebraico, 15 é o número do nome secreto de Deus que não pode ser lido ou pronunciado e, por isso, na Torá, este número é escrito de for ma indireta, como 9 mais 6, para evitar o emprego das letr as Yod e Hé, que valem respectivamente 10 e 5, e estão no nome sagrado YHWH, que alguns pronunciam como Javé. E este nome vem de um verbo que significa ser e estar. Aquele ou aquilo que é, que está; que foi, que é, e que será.
Todos sabem que a estrepolia de Adão e Eva é o núcleo ou nó dramático principal de todas as narrativas bíblicas; situação em torno da qual todas as outras orbitam. E dá origem à sucessão de tragédias e farsas da própria História, esta que vivemos (fazemos?) em nossa vida laica, secular. O crítico literário Harold Bloom afirma que a Cabala é uma espécie de misticismo sexual e teologia erótica, opinião que endosso em todos os sentidos.
A repressão sexual e a privação dos saberes ligados ao sagrado (vale dizer: ao sacro) levou o mundo a esta situação deplorável. Em vez de repressão, as pessoas necessitam de informação, esclarecimento, franqueza, verdade. Somente a verdade a respeito do sagrado poderá erigir um mundo novo. Porque a repressão ao sagrado é a origem de todo o mal que existe na Terra. Adorar o sagrado, em seu lugar devido, isto é, o sacro, é o princípio da solução de todos os problemas. Adorar o Deus dos deuses em seu próprio trono é conquistar o paraíso e o reino do Céu. O lugar sagrado é o próprio Céu, a casa da felicidade.
Deuses e senhores mesquinhos, opressores, transformaram o sagrado em algo medonho, aquilo que não pode ser pronunciado, o indizível, o inefável, o sublime, todas essas bobagens. Por outro lado, conforme deduram os próprios dicionários, o sagrado é também o vergonhoso, o infame, o intocável, proibido. Huuuuuummmm!!!Com esses prolegômenos, agora posso dizer o que todos precisam saber. Acabou a era do crescei e multiplicai-vos. Este planeta é muito pequeno e tem gente demais. Já disse alhures e repito: chega de hipocrisia. Não pensem que plantar árvores, salvar tartarugas, baleias e outras sandices vão resolver o problema e livrar o planeta da grande tragédia iminente.A balela do crescimento econômico ilimitado não iludirá mais ninguém. Ao invés de crescer e multiplicar, chegou a hora de diminuir o crescimento e dividir as riquezas, os bens. Todos deveriam pensar seriamente no fato simples e elementar de que somente o crescimento populacional justifica o crescimento econômico...A natureza está reagindo, o meio ambiente está reagindo. E corrigindo os males e estragos causados pela espécie humana. É ridículo demais sermos vítimas de micróbios, bactérias e vírus associados a mosquitos, ratos, chimpanzés, porcos, frangos. É tragicômico saber que o arroto e o peido das vacas é um dos piores vetores do chamado efeito estufa... E tem vacas demais neste planeta, para alimentar e produzir lucros para uma humanidade que não pára de crescer e multiplicar.
Sempre entendi que 666 tem a ver com o excesso, com os excessos da raça humana. Afinal, a humanidade foi criada no sexto dia. E o Apocalipse afirma que o famoso número da besta é um número de homem. O reino da besta é o reino ou império da quantidade, da multiplicação sem fim, da acumulação excessiva, da reprodução desenfreada , da produção insana das indústrias, fábricas etc.
Uma certa passagem bíblica afirma que no processo de depuração da iniqüidade, dois terços da humanidade serão eliminados. Ora, dois terços correspondem a 66,6 por cento. Esta depuração está ocorrendo agora.
Para mim, a Besta do Apocalipse é a humanidade vivendo no plano animal, bestial. Satisfeita com o reino da quantidade. Pois a vida dos animais resume-se a comer, beber, reproduzir e morrer. Não só isso, mas também o poder da ciência, da arte, da política, da economia e até das religiões que negam e desprezam o SAGRADO. Que privam os seres humanos do conhecimento libertário, que impedem ou negam o acesso ao SAGRADO. Como disse Jesus: Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Em numerologia, o número 6 está associado ao planeta e à deusa Vênus, que regem, entre outros, os seguintes assuntos: amor, sexo, casamento, família; relações afetivas, sociais. Assim como a AIDS, a gripe suína está disseminando o medo de contatos, toques, abraços, beijos, relações íntimas e até mesmo um simples aperto de mão.
Assim como o 3 e 9, o número 6 representa o elemento AR, e a patologia numerológica o associa a todas as doenças do sistema respiratório. Todos sabem que as vítimas da AIDS e da gripe suína sucumbem principalmente devido às afecções do sistema respiratório.Observem que o lugar de origem da gripe suína, o México, é uma palavra que tem 6 letras. E o valor numerológico desta palavra, pelos métodos numerológicos usuais, é 33, número este que reduz a 6. Já o propalado lugar da origem da AIDS, isto é, a África, é uma palavra com 6 letras, embora a soma dê outro número.É isso por enquanto. Agora, o escândalo maior: EU POSSO RESOLVER ESTE PROBLEMA!!!Quem não acredita em mim, dane-se. Eu sou o ARLEQUIM DO APOCALIPSE. Eu conheço o ponto fraco, o calcanhar de aquiles do MAL.Contudo, não farei nada em prol de ninguém. A menos que me implorem, e reconheçam todas as injustiças que já cometeram contra mim, simplesmente por falar a VERDADE. E principalmente me paguem, olho por olho, dente por dente, por todo o mal que me causaram. Eu sou a alegoria viva do CU - o lugar sagrado, o centro divino, a casa de Deus. Quem viver verá: no CU está a salvação da humanidade.
Um beijo da BOCA REPELENTE para todos!
Waldo Motta
Evite o contato físico com outras pessoas.
Não beije, não aperte a mão, diga olá.
Quisera fazer uma abordagem mais profunda do assunto em pauta. Porém, a necessidade e a urgência me obrigam a não adiar esta postagem. Sendo um arauto da Terra Sem Mal, isto é, o Paraíso terrestre, que parece cada vez mais impossível, dado o grau extremo de deterioração da qualidade de vida, em nível planetário, vou abordar agora este assunto, à luz de minha proposta de teatro alegórico. O assunto é a gripe suína, a aids e outros males da Terra.
Eu desafio a peste. Eu desafio a morte. Eu desafio o mal. Eu desafio a deusa Vênus e suas enganações. Eu desafio o Diabo e suas mentiras. Eu desafio Deus e seus decretos implacáveis.Eu sou Motta, tenho mato e mata em mim, e deveras vim do mato, mito das matas mateenses.Eu sou Waldo, que vem de Wald, em alemão, floresta, bosque. Sigam a via analógica, por favor. Eu sou Edivaldo, o governante, o guia; riqueza, prosperidade.E vejam que sou a Waldelícia do paraíso, sou um Mottagal repleto de bichos e bichices.Assim como o poeta florentino, e como o poeta itabirano, no meio do caminho desta vida, me encontrei em uma selva escura, e vi a cara do capeta, e que o bicho era apenas invenção para isolar e separar o sagrado do contato do poviléu.
E a esfinge disse: ou me decifra ou te devoro. Pois bem, eu desvendei o enigma, e matei a charada; enra bei o capeta, o leão, a onça, o jaguar azul, enfim a monstra guardiã do lugar sagrado. E arrebatei o graal, e libertei o Rei encarcerado. E disse-lhe: Levanta-te, ó Deus, para socorrer os justos e fazer justiça aos que te amam. E ele me escolheu como seu bem amado para anunciar o seu reino, a sua verdade, à luz da qual todos devem andar, para o bem de cada um e o livramento da alma.
Ataquemos a peste! Notei que o nome do vírus da gripe suína H1N1, em numerologia soma 15, que reduz a 6.E há muitos anos atrás, desde que surgiu a AIDS, notei que este nome também somava 15. Pois bem, meu sobrenome MOTTA soma 15. E meu prenome EDIVALDO soma 36, que é 6 vezes 6. A soma de EDIVALDO MOTTA dá 51, ou 15 invertido. Eu disse: 51 é o 15 invertido! Aqui está um grande segredo.
Somando-se os números de 1 até 36, a soma será 666. Portanto, eu posso combater o mal que assola o mundo. Quem conhece a minha poesia, sabe que não estou brincando.No Tarô, a carta 15 representa o Diabo e apresenta um quadro em que este ser imaginário está sobre um cubo ao qual estão aprisionados um homem e uma mulher. A carta 15 simboliza os interesses sexuais, financeiros, assuntos de ordem material. Notem que a carta 6, do Tarô, representa os Namorados, ou o Enamorado, ou a Encruzilhada, e apresenta um homem jovem em atitude dubitativa, meditabunda, na encruzilhada de dois caminhos, guardados por duas mulheres, que alguns intérpretes entendem ser a mãe e a esposa.Por outro lado, em hebraico, 15 é o número do nome secreto de Deus que não pode ser lido ou pronunciado e, por isso, na Torá, este número é escrito de for ma indireta, como 9 mais 6, para evitar o emprego das letr as Yod e Hé, que valem respectivamente 10 e 5, e estão no nome sagrado YHWH, que alguns pronunciam como Javé. E este nome vem de um verbo que significa ser e estar. Aquele ou aquilo que é, que está; que foi, que é, e que será.
Todos sabem que a estrepolia de Adão e Eva é o núcleo ou nó dramático principal de todas as narrativas bíblicas; situação em torno da qual todas as outras orbitam. E dá origem à sucessão de tragédias e farsas da própria História, esta que vivemos (fazemos?) em nossa vida laica, secular. O crítico literário Harold Bloom afirma que a Cabala é uma espécie de misticismo sexual e teologia erótica, opinião que endosso em todos os sentidos.
A repressão sexual e a privação dos saberes ligados ao sagrado (vale dizer: ao sacro) levou o mundo a esta situação deplorável. Em vez de repressão, as pessoas necessitam de informação, esclarecimento, franqueza, verdade. Somente a verdade a respeito do sagrado poderá erigir um mundo novo. Porque a repressão ao sagrado é a origem de todo o mal que existe na Terra. Adorar o sagrado, em seu lugar devido, isto é, o sacro, é o princípio da solução de todos os problemas. Adorar o Deus dos deuses em seu próprio trono é conquistar o paraíso e o reino do Céu. O lugar sagrado é o próprio Céu, a casa da felicidade.
C é U
Sempre entendi que 666 tem a ver com o excesso, com os excessos da raça humana. Afinal, a humanidade foi criada no sexto dia. E o Apocalipse afirma que o famoso número da besta é um número de homem. O reino da besta é o reino ou império da quantidade, da multiplicação sem fim, da acumulação excessiva, da reprodução desenfreada , da produção insana das indústrias, fábricas etc.
Uma certa passagem bíblica afirma que no processo de depuração da iniqüidade, dois terços da humanidade serão eliminados. Ora, dois terços correspondem a 66,6 por cento. Esta depuração está ocorrendo agora.
Para mim, a Besta do Apocalipse é a humanidade vivendo no plano animal, bestial. Satisfeita com o reino da quantidade. Pois a vida dos animais resume-se a comer, beber, reproduzir e morrer. Não só isso, mas também o poder da ciência, da arte, da política, da economia e até das religiões que negam e desprezam o SAGRADO. Que privam os seres humanos do conhecimento libertário, que impedem ou negam o acesso ao SAGRADO. Como disse Jesus: Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Em numerologia, o número 6 está associado ao planeta e à deusa Vênus, que regem, entre outros, os seguintes assuntos: amor, sexo, casamento, família; relações afetivas, sociais. Assim como a AIDS, a gripe suína está disseminando o medo de contatos, toques, abraços, beijos, relações íntimas e até mesmo um simples aperto de mão.
Assim como o 3 e 9, o número 6 representa o elemento AR, e a patologia numerológica o associa a todas as doenças do sistema respiratório. Todos sabem que as vítimas da AIDS e da gripe suína sucumbem principalmente devido às afecções do sistema respiratório.Observem que o lugar de origem da gripe suína, o México, é uma palavra que tem 6 letras. E o valor numerológico desta palavra, pelos métodos numerológicos usuais, é 33, número este que reduz a 6. Já o propalado lugar da origem da AIDS, isto é, a África, é uma palavra com 6 letras, embora a soma dê outro número.É isso por enquanto. Agora, o escândalo maior: EU POSSO RESOLVER ESTE PROBLEMA!!!Quem não acredita em mim, dane-se. Eu sou o ARLEQUIM DO APOCALIPSE. Eu conheço o ponto fraco, o calcanhar de aquiles do MAL.Contudo, não farei nada em prol de ninguém. A menos que me implorem, e reconheçam todas as injustiças que já cometeram contra mim, simplesmente por falar a VERDADE. E principalmente me paguem, olho por olho, dente por dente, por todo o mal que me causaram. Eu sou a alegoria viva do CU - o lugar sagrado, o centro divino, a casa de Deus. Quem viver verá: no CU está a salvação da humanidade.
Um beijo da BOCA REPELENTE para todos!
Waldo Motta
domingo, 21 de novembro de 2010
Lua Nova em Lua Cheia
Nesta lua nova sete-novembrina,
no alto escuro da noite,
sob o bálsamo da mirra,
enfiawaldei waldedinhos no cu
e um waldanjo me tornei,
agora sou santo e gay.
Bicha alada, empunho a pica waldivina
aos senhores da mentira
e desato as suas amarras.
Voando nas profundezas waldanais,
no triunfo da verdade,
entôo a minha canção:
Resgata, ó Toda-Poderosa Waldeusa,
o teu rebanho de éguas,
cabritas, vacas, veados...
Que os seus animais, de rego arregalado,
deleitem-se no alimento
cru deste pasto sagrado.
FernAnjo Gaspar
no alto escuro da noite,
sob o bálsamo da mirra,
enfiawaldei waldedinhos no cu
e um waldanjo me tornei,
agora sou santo e gay.
Bicha alada, empunho a pica waldivina
aos senhores da mentira
e desato as suas amarras.
Voando nas profundezas waldanais,
no triunfo da verdade,
entôo a minha canção:
Resgata, ó Toda-Poderosa Waldeusa,
o teu rebanho de éguas,
cabritas, vacas, veados...
Que os seus animais, de rego arregalado,
deleitem-se no alimento
cru deste pasto sagrado.
FernAnjo Gaspar
sábado, 13 de novembro de 2010
Waldo < Wald = árvore & floresta de luzes natalinas!
Neste momento de mais uma encenação do teatro alegórico
chamado Natal, em que se celebra o nascimento de uma criança
divina, eu que nasci numa grota no meio do mato, e que sou
matta e matto, chamado Waldo Motta, relembro que Wald, além de
significar governante, dirigente, guia, também é floresta, selva,
bosque, em alemão, e que em hebraico, WLD, é criança. E isso
me faz perceber que este momento é propício à revelação de meu
personagem alegórico no grande teatro do mundo. Além de árvore,
sou agora uma floresta de luzes natalinas!
Inspirado pela idéia da árvore sefirótica dos cabalistas, e em
estudos e reflexões sobre anatomia, e evocando ainda o conceito
de Éden (prazer, delícia) e me incluindo nesta busca pela coisa
perdida e agora reencontrada por mim (eu que sou Waldo), e sem
esquecer a floresta intestinal, onde penetrou o legendário Gilgamesh,
em busca da imortalidade, e da qual o labirinto guardado pelo Minotauro
é uma variação, imagino que o nosso corpo é uma árvore, se visto por
dentro: a coluna vertebral é o caule, ao longo do qual brotam os órgãos...
A alma e o corpo têm as suas estações, ciclos: primavera, verão, outono,
inverno; solstícios, equinócios; dias e noites.
Em meu entender, o Natal é o tempo do renascimento da luz da alma, ou
melhor do florescimento ou talvez frutificação. É um momento de esplendor,
uma epifania! O importante é a metáfora, a alegoria. Não a exatidão
objetiva. De qualquer modo, Natal é isso: o instante do (re) nascimento
da criança divina no âmago de cada um. Não importa em que acreditemos,
temos um Deus adormecido em nós (aliás, cru-ci-fi-ca-do), do qual, por
exemplo, o Cristo histórico é um personagem alegórico (E Jesus tinha
consciência de ser um ator!). Em certos momentos, este Deus adormecido,
crucificado, assassinado por todos (era o povo que gritava: crucificai-o!),
em riba daquele monte, desperta, renasce em cada pecador, assassino.
Isso é Natal. Feliz Natal!.
chamado Natal, em que se celebra o nascimento de uma criança
divina, eu que nasci numa grota no meio do mato, e que sou
matta e matto, chamado Waldo Motta, relembro que Wald, além de
significar governante, dirigente, guia, também é floresta, selva,
bosque, em alemão, e que em hebraico, WLD, é criança. E isso
me faz perceber que este momento é propício à revelação de meu
personagem alegórico no grande teatro do mundo. Além de árvore,
sou agora uma floresta de luzes natalinas!
Inspirado pela idéia da árvore sefirótica dos cabalistas, e em
estudos e reflexões sobre anatomia, e evocando ainda o conceito
de Éden (prazer, delícia) e me incluindo nesta busca pela coisa
perdida e agora reencontrada por mim (eu que sou Waldo), e sem
esquecer a floresta intestinal, onde penetrou o legendário Gilgamesh,
em busca da imortalidade, e da qual o labirinto guardado pelo Minotauro
é uma variação, imagino que o nosso corpo é uma árvore, se visto por
dentro: a coluna vertebral é o caule, ao longo do qual brotam os órgãos...
A alma e o corpo têm as suas estações, ciclos: primavera, verão, outono,
inverno; solstícios, equinócios; dias e noites.
Em meu entender, o Natal é o tempo do renascimento da luz da alma, ou
melhor do florescimento ou talvez frutificação. É um momento de esplendor,
uma epifania! O importante é a metáfora, a alegoria. Não a exatidão
objetiva. De qualquer modo, Natal é isso: o instante do (re) nascimento
da criança divina no âmago de cada um. Não importa em que acreditemos,
temos um Deus adormecido em nós (aliás, cru-ci-fi-ca-do), do qual, por
exemplo, o Cristo histórico é um personagem alegórico (E Jesus tinha
consciência de ser um ator!). Em certos momentos, este Deus adormecido,
crucificado, assassinado por todos (era o povo que gritava: crucificai-o!),
em riba daquele monte, desperta, renasce em cada pecador, assassino.
Isso é Natal. Feliz Natal!.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Teatro versus Poesia
Doutor Faustus liga a luz - Teatro - Crítica
Acabei de sair do teatro, e vim correndo para casa, para escrever este texto. Tamanha a minha indignação com a má qualidade do que vi. Fui assistir a leitura dramática da peça Doutor Faustus liga a luz (texto de Gertrude Stein, tradução de Fábio Fonseca de Melo e revisão de Daniel Belquer), na Escola de Teatro e Dança FAFI, e saí de lá decepcionado. O mais chato é que trata-se de um trabalho desenvolvido numa escola de teatro (que pretende ser reconhecida como tal) a partir de uma oficina ministrada por um profissional de renome (Daniel Belquer), artífice de vários labores (diretor teatral, performer, diretor musical, designer sonoro, sonoplasta, músico compositor e arranjador, multiinstrumentista e videomaker). A atuação dos atores e atrizes em geral é muito ruim, embora se perceba que quase todos têm um bom potencial, que foi mal explorado pela direção de Charlaine Rodrigues. Dois atores, que não identifiquei, lêem muito mal. Uma vergonha! Na verdade, o problema maior está na direção. É estranho e desnecessário que os atores e atrizes falem quase todo o tempo num ritmo acelerado, que prejudica a audição das palavras, dos versos (falas) e mata a beleza poética do texto. Em se tratando de poesia, seria necessário que as palavras fossem bem escandidas, articuladas, pronunciadas, enfatizando o ritmo e mesmo as rimas, e tornando mais claro os sentidos, as ideias, através do tom adequado a cada momento. O diálogo entre poesia e teatro foi para a cucuia. A intenção de valorizar a palavra em cena não passou de pretensão. O que vi foi, mais uma vez, o teatro assassinando a poesia, como vem ocorrendo há séculos. A utilização de lanternas e velas poderia ter rendido ótimos efeitos cênicos, se tivesse havido mais cuidado, pesquisa e experimentação. Mas parece que a solução foi arranjada às pressas. Enfim, a iluminação (de Edgard Barbosa) também foi um desastre.
Isto é o que penso. Se alguém discorda dos meus pontos de vista, façamos deste espaço nossa arena, nosso fórum, nossa ágora. E venha discutir comigo.
Waldo Motta
Tels.: (27) 8841 7348
Acabei de sair do teatro, e vim correndo para casa, para escrever este texto. Tamanha a minha indignação com a má qualidade do que vi. Fui assistir a leitura dramática da peça Doutor Faustus liga a luz (texto de Gertrude Stein, tradução de Fábio Fonseca de Melo e revisão de Daniel Belquer), na Escola de Teatro e Dança FAFI, e saí de lá decepcionado. O mais chato é que trata-se de um trabalho desenvolvido numa escola de teatro (que pretende ser reconhecida como tal) a partir de uma oficina ministrada por um profissional de renome (Daniel Belquer), artífice de vários labores (diretor teatral, performer, diretor musical, designer sonoro, sonoplasta, músico compositor e arranjador, multiinstrumentista e videomaker). A atuação dos atores e atrizes em geral é muito ruim, embora se perceba que quase todos têm um bom potencial, que foi mal explorado pela direção de Charlaine Rodrigues. Dois atores, que não identifiquei, lêem muito mal. Uma vergonha! Na verdade, o problema maior está na direção. É estranho e desnecessário que os atores e atrizes falem quase todo o tempo num ritmo acelerado, que prejudica a audição das palavras, dos versos (falas) e mata a beleza poética do texto. Em se tratando de poesia, seria necessário que as palavras fossem bem escandidas, articuladas, pronunciadas, enfatizando o ritmo e mesmo as rimas, e tornando mais claro os sentidos, as ideias, através do tom adequado a cada momento. O diálogo entre poesia e teatro foi para a cucuia. A intenção de valorizar a palavra em cena não passou de pretensão. O que vi foi, mais uma vez, o teatro assassinando a poesia, como vem ocorrendo há séculos. A utilização de lanternas e velas poderia ter rendido ótimos efeitos cênicos, se tivesse havido mais cuidado, pesquisa e experimentação. Mas parece que a solução foi arranjada às pressas. Enfim, a iluminação (de Edgard Barbosa) também foi um desastre.
Isto é o que penso. Se alguém discorda dos meus pontos de vista, façamos deste espaço nossa arena, nosso fórum, nossa ágora. E venha discutir comigo.
Waldo Motta
Tels.: (27) 8841 7348
DAS MUTAÇÕES
Se és mesmo sincero, hás de mover
o Céu, a Terra e as potestades.
Se os mapas não indicam tua rota
nestas águas, apela à estrela íntima.
Dissipa em teu peito e na fronte
o desejo de amar que te oprime.
Em solo do desdém nunca semeies
este sêmen, mas aguarda o teu tempo.
O tigre espere a presa que não sabe
ainda consagrar-se à nobre fome.
A sede acabará achando a fonte
e hás de partilhar os teus prodígios.
Tão mais humilde seja o teu barco
mais longe irás, e até contra a maré.
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